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Armas retiradas de circulação servem de matéria-prima em siderúrgica de Santa Catarina  

Publicado: Quinta, 07 de Junho de 2018, 11h13 | Última atualização em Quinta, 07 de Junho de 2018, 11h19
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 Joinville (SC) – Um dos elementos mais utilizados em armamentos e outros equipamentos de guerra são os metais, devido principalmente à sua resistência. Para que estes materiais sejam utilizados em outra finalidade é necessário separar os metais dos demais componentes do armamento, como os plásticos.

Visando ao aproveitamento desta matéria-prima a 5ª Região Militar (5ª RM) realiza a destruição de armamentos em uma empresa de Joinville. Por meio de parceria com a iniciativa privada de Santa Catarina, é realizada a destruição do material em uma siderúrgica que utiliza essa matéria-prima na fabricação de motores de automóveis. Com isso, a Nação economiza nos gastos de destruição e a empresa recebe insumo essencial para sua atividade.

Todas as armas destruídas foram retiradas das unidades judiciais após não serem mais necessárias para a condução do processo judicial de acordo com os Tribunais de Justiça de cada estado.

Nesta semana, o Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados da 5ª Região Militar (SFPC/5), realizou a primeira destruição de 2018, com duas mil armas de fogo, de vários calibres, oriundas dos estados do Paraná e Santa Catarina.  O SFPC/5 destruiu 18 mil armas no ano passado.

O processo de destruição foi acompanhado e coordenado pelo SFPC/5. A fusão consiste na transformação dos insumos em material líquido após passarem por um forno com temperaturas acima de 1500ºC.

A ação foi realizada em cumprimento a um Acordo de Cooperação Técnica, firmado no dia 21 de novembro de 2017, entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Exército Brasileiro (EB), documento este assinado pelo Comandante do Exército, General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, e pela Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do CNJ, Ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha.

Em 2011, o CNJ publicou a Resolução 123, que determina que os tribunais encaminhem, ao menos duas vezes ao ano, armas de fogo e munições apreendidas ao Exército para destruição. Desde então, somente no Paraná, o número de armas juntadas aos processos que foram entregues para destruição ou doação ultrapassa 70 mil unidades.

 Matéria: 2º Tenente Josiany

Crédito das fotos: SFPC/5

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